segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Felipe Barreto, o cara que se acha o dono do mundo



Nesta segunda, à meia- noite, no horário de Brasília, o Canal Viva estreia mais uma novela: O Dono do Mundo (1991), de Gilberto Braga substituta de Dancin´Days, também do Gilbertão, o monopolizador dessa faixa de reprises do canal.

A novela conta a história de Felipe Barreto, um cirurgião plástico poderoso, mulherengo e cheio de marra, que se acha o dono do mundo. O grau de “se achismo” de Felipe é tão grande que ele chega a fazer uma aposta horrível com um amigo: ao saber que seu funcionário Walter (Tadeu Aguiar) vai se casar com Márcia (Malu Mader), uma moça virgem, ele aposta que vai conseguir tirar a virgindade da noiva antes do noivo. E é isso que acontece.

Márcia (Malu Mader) e Felipe (Antônio Fagundes)


A partir daí, a vida de Márcia se desgraça, e ela, que sempre foi uma moça recatada, fica mal falada e é rejeitada por todos, e Walter, seu noivo, se suicida ao descobrir a verdade.

Para piorar, Márcia engravida de Felipe e, ao buscar o apoio do cirurgião, ela se surpreende ao descobrir que tudo não passava de uma aposta e que Felipe não queria mais nada com ela e, ainda, a aconselhou a abortar.
Márcia perde o bebê e vira uma moça amargurada, jurando vingança contra Felipe.

 Assim, a novela toda gira em torno do plano de Márcia, mas o público não engoliu muito esse negócio de a mocinha se vingar do homem que tirou sua virgindade (é, venhamos e convenhamos, se ela se entregou a ele foi porque quis, e também fica difícil de torcer para protagonistas que tomam atitudes erradas).

O Dono do Mundo não foi um sucesso de audiência, por isso, a escolha do Viva foi muito criticada nas redes sociais, mas nem sempre fracasso de audiência significa que a novela seja ruim, por isso, já estou ansioso para ligar minha TV no Viva à meia-noite.


Ah, a abertura da novela é linda, vale a pena conferir, e a música não sai da minha cabeça (longa é a tarde, longa é vida...).



Alto Astral, a novela que parece ser o que não é





Nessas últimas semanas, a Globo vem levando ao ar as chamadas de Alto Astral, a nova novela das sete. Até aí, tudo normal, mas a emissora se esqueceu de um detalhe: mostrar para o telespectador a verdadeira trama da novela, que envolve espíritos e fantasminhas.

Parece que a emissora ficou com medo de assustar o público com o enredo sobrenatural da novela e resolveu vendê-la como uma história de amor melosa, onde o homem encontra a mulher da sua vida, a qual ele sempre desenhou, mesmo não a conhecendo. Historinha chata, né? E as propagandas são piores ainda, dão até sono.

Mas eu, como um telespectador curioso que sou, resolvi assistir a um vídeo de dez minutos com as primeiras cenas da novela e tive uma surpresa: no vídeo, aparecem os fantasmas, e a novela parece MUITO boa. Fiquei até ansioso para assistir.

Mas, se a Globo insistir em esconder a verdadeira essência da trama, o público não vai assistir, afinal, quem assiste a uma novela das sete para ver casalzinho meloso? Novela das sete é para ser uma trama divertida, com uma história fácil de entender para servir como um descanso para quem chega cansado do trabalho, e é isso que Alto Astral parece ser no vídeo do site, totalmente o contrário das propagandas da televisão.

Ah, e os fantasmas do jeito que vão ser retratados na novela de Daniel Ortiz não assustam e vão ser parte essencial para o desenvolvimento da história.


Vale deixar registrado aqui: Alto Astral é uma novela de Daniel Ortiz, baseada na sinopse original de Andrea Maltarolli, autora de Beleza Pura (quando lembro dessa novela só penso nas loucuras da Rakelly), falecida em 2009, e com supervisão de texto de Silvio de Abreu, autor de grandes sucessos na faixa das sete, como a primeira versão de Guerra dos Sexos (1983), Cambalacho (1986) e Sassaricando (1988), mas também de grandes fracassos, como As Filhas da Mãe (2001) e o remake de Guerra dos Sexos (2013) – dá até ânsia em lembrar dessa novela.

E deixo também o link do vídeo de lançamento de Alto Astral, para quem se interessar: http://www.dailymotion.com/video/x287lta_clipe-de-lancamento-alto-astral_shortfilms

Mas, é o seguinte, apesar de o vídeo ser muito bem feito, e a novela parecer interessante, é bom não se empolgar muito. O vídeo de Salve Jorge, por exemplo, deixava parecer que a novela de Glorinha Perez ia ser tão boa quanto ou melhor que Avenida Brasil, mas a realidade foi BEM diferente.

sábado, 25 de outubro de 2014

Que bom seria se Maria Clara fosse a protagonista permanente de Império

Essa semana, na TV brasileira, não teve para ninguém: Maria Clara, de Império, roubou totalmente a cena e deixou Cristina (Leandra Leal), a protagonista sem graça da novela, comendo poeira.

Maria Clara mandando um alô para as inimigas.


A personagem, que estava meio apagada na trama, deu uma virada e se tornou a queridinha do público.

Tudo isso ocorreu porque a semana INTEIRA foi dedicada ao desenvolvimento do drama de Cláudio Bolgari (José Mayer), que foi tirado à força do armário por Téo Pereira (Paulo Betti), e Enrico (Joaquim Lopes), seu filho homofóbico e noivo de Maria Clara.

A moça foi a mais prejudicada, quer dizer, beneficiada com isso, porque Enrico achou que o mundo girava em torno do preconceito dele e resolveu não ir ao seu casamento com vergonha de dar as caras em público depois de surtar ao ver um travesti em sua despedida de solteiro. Vou aproveitar que falei de Enrico para elogiar a interpretação de Joaquim Lopes, que divide a opinião dos telespectadores. Muita gente acha o ator exagerado nas cenas, mas, para mim, exagerado é o texto de Aguinaldo Silva, e a histeria de Joaquim só corresponde ao que o autor escreve, e ele cumpre muito bem o seu o papel, pois consegue passar o ódio do personagem para quem assiste em casa.

Bom, mas voltando à Maria Clara, a moça que foi abandonada no altar, o que ela fez? Ficou trancada num quarto chorando? Prometeu nunca mais se envolver com nenhum homem em sua vida? Nãoooooooo!!! 

Aguinaldo Silva, finalmente, se mostrou original e escreveu cenas ótimas para a personagem. Ela resolveu ir atrás do noivo, falou poucas e boas para ele e, como se desse um grito de libertação, voltou com a cabeça erguida para a sua festa de não casamento e ainda tirou o cozinheiro Vicente (Rafael Cardoso) para dançar. Ou seja, Maria Clara fez o que nenhuma mocinha boba de novela faria, e Andreia Horta que saiu ganhando com as cenas, porque finalmente pôde mostrar seu talento na novela e conquistar o público.

Ao contrário dela, Cristina, a protagonista da novela vai dar outro show de babaquice. Ela vai terminar o namoro com Vicente porque, no mundinho egocêntrico dela, o namorado é culpado por ter sido escolhido pela noiva para dançar.


Por isso, que faço um apelo aqui: queremos mais Marias Claras e menos Cristinas nas novelas brasileiras.

Cristina boladona sentada na esquina esperando tu pa... OOOOPS!!!

Ah, e também estou na torcida para que Aguinaldo Silva continue apimentando sua novela como fez esses dias. Afinal, o público gostou do que viu, e Império bateu recorde, finalmente saindo do patamar Em Família e entrando para o patamar Amor à Vida  de audiência (o patamar Avenida Brasil é quase impossível de atingir, mas não custa nada tentar).

Maria Marta, é claro, comemorou os bons índices da novela.


sábado, 18 de outubro de 2014

Mais Você está debutando hoje!


Primeiro logo do programa

Há exatamente 15 anos, no dia 18 de outubro de 1999, nascia na Rede Globo, o programa Mais Você, de Ana Maria Braga e seu inseparável companheiro Louro José.

Ana Maria Braga fazia sucesso na Record, onde apresentava  o programa Note e Anote desde 1993, mas a Globo, como sempre fica de olho na concorrência, resolveu contratar a apresentadora.

No ano da estreia – ACREDITEM – o programa ia ao ar no início da tarde (às 13:40), logo após o Vídeo Show.  No ano 2000, o programa passou para as 11 horas, devido ao horário político. Só foi em 2001 que o programa passou a ir ao ar no horário em que está até hoje.

Veja o vídeo da estreia do programa



Sobre esse vídeo, tenho duas coisas a falar: primeiro, tudo bem, pessoas antenadas sabem que merda é um jeito de se desejar sorte, mas imagino, por  exemplo, como minha mãe, uma dona de casa inocente, toda empolgada assistindo à estreia da Ana Maria Braga, ficou quando ela falou isso e, segundo, por que raios a Globo colocou esse programa à tarde se ele é completamente matutino, até a própria Ana Maria disse acorda menina em plena tarde.

Nesses primeiros anos, as reportagens do programa eram feitas por Evaristo Costa, atualmente no Jornal Hoje. É legal ver como ele evoluiu na emissora.


O Louro José já acompanhava Ana Maria desde a Record e veio junto com ela pra Globo.  O boneco foi criado pela Ana em 1997, mas, como ela não sabe desenhar, dois artistas foram contratados para isso e, por esse motivo, já houve até briga na justiça pela “guarda” do boneco.

O curioso é que nem sempre foi Tom Veiga que deu voz a Louro. Quando Louro começou a aparecer no Note e Anote, várias pessoas emprestaram sua voz para o boneco, mas Ana nunca achava a ideal. Até que um dia,  Tom, que era da produção do programa brincava com o boneco, e Ana viu e gostou da performance dele e resolveu colocá-lo no ar como manipulador do boneco, e ele está no posto até hoje.


Bom, é claro, que, nessa nossa homenagem, não poderiam faltar gifs da aninha pagando seus miquinhos básicos no programa:

Tem Namaria caindo da cadeira:


Namaria quase tomando um banho de refrigerante:



Namaria sendo trollada pelo Seu Madruga:


Namaria tentando equilibrar pratos, mas não deu muito certo:


Namaria fazendo meladeiro na cozinha:


E, pra terminar, Namaria sendo atropelada:


Essa foi a singela homenagem do Controle para esse programa, que, há 15 anos, faz companhia a muitas donas de casa espalhadas pelo Brasil.

Grazi Massafera recusa convite e deixa equipe do Vídeo Show a ver navios


Nas últimas semanas, não se falava em outra coisa a não ser a ida de Grazi Massafera para o Vídeo Show. 

Na verdade, houve sim um convite pessoal de Ricardo Wadington, diretor do programa, para Grazi apresentar a atração, mas ela não aceitou de cara e disse que iria pensar melhor na proposta.

Pois é, agora, parece que Grazi chegou a uma conclusão: ela resolveu que seria melhor não aceitar o convite.  A loira tem medo de o programa atrapalhar sua carreira de atriz, o que ela realmente gosta de fazer.

Parece que Grazi fez a escolha certa. Ultimamente, o Vídeo Show já deu todas as provas de que não tem mais jeito (o único jeito é acabar de uma vez com o programa!). Já fizeram mil reformulações, mas a audiência só faz cair.

Agora, a equipe do programa perdeu suas esperanças de contar com a presença de Grazi e vai se consolar com a chegada das eternas gêmeas do nado sincronizado, Bia e Branca.


As duas já foram apresentadoras da MTV e também já apresentaram o programa Deu Olé, na Band.


É... Na falta de tu, vai tu mesmo!

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Por Amor completa 17 anos e ano que vem já pode ser presa



Tá, me perdoem por esse título ridículo, é que não me contive.

Bom, como já deu pra perceber, esta semana, foi aniversário de uma das novelas do Maneco mais queridas.

Por Amor estreou em 13 de outubro de 1997. Nessa época, Maneco ainda sabia escrever novelas empolgantes, completamente o oposto daquele sonífero que ninguém mais lembra que existiu, mesmo tendo acabado há pouco tempo (sim, Em Família, desculpa, mas estou falando de você).

Nem o elenco aguentava...

Bom, mas voltando a Por Amor, a novela tinha como tema principal algo que só o Maneco consegue retratar de maneira tão sentimental e verdadeira: a relação entre mãe e filha. A cerejinha do bolo de Por Amor era que as atrizes que faziam as personagens principais eram mãe e filha na vida real também: Regina Duarte fazia sua centésima Helena (na verdade, a segunda de um total de três, mas as helenas dela foram tão marcantes que pareciam até mais), e Gabriela Duarte era Eduarda, a filha mimada e chatinha. Chatinha é pouco. Eduarda era tão chata que o público chegou a pedir a morte dela na novela, mas, com o passar do tempo, as pessoas se acostumaram com o jeito da personagem.A relação de amor entre mãe e filha já era mostrada na linda abertura da novela, que passava fotos reais das duas desde quando Gabriela era piquititinha.


Na novela, Helena era separada do pai de Eduarda, Orestes (Paulo José), que era alcoolatra e, por isso, sofria com a rejeição da filha. Ele se casou com outra mulher, Lídia (Regina Braga) e teve uma filha com ela, a pequena Sandrinha (Cecília Dassi), menina doce e sensível. Foi com a ajuda dela que Orestes resolveu procurar tratamento no fim da novela.  Que pena que faz tempo que Cecília não é chamada pra nenhuma novela.

Cecília Dassi 

Mesmo com tantos temas polêmicos, comuns no universo de Maneco, como bissexualismo, filhos rejeitados pela mãe, racismo (tinha um personagem que era casado com uma mulher negra, mas rejeitava a filha por causa da cor da pele) e tantos outros, o que chamou mais atenção na novela foi a troca de bebês feita por Helena, as maldades das vilãs interpretadas por Susana Vieira (Branca Letícia) e Viviane Pasmanter (Laura) e o romance do casal Milena (Carolina Ferraz) e Nando (Eduardo Moscovis).

A vilã Laura

Eduarda era recém-casada com Marcelo (Fábio Assunção), mas vivia uma relação ioiô com ele, principalmente por causa das armações de Laura, a ex dele. Diferente de algumas pessoas por aí que se dizem vilãs (né, Shirley?), a obsessão de Laura por Marcelo não ficava só no pensamento, e ela agia, não só dando em cima descaradamente dele, mas provocando Eduarda e aproveitando os deslizes da rival para dar um bote: quando Eduarda e Marcelo deram um tempo, Laura não pensou duas vezes  e fez aquele velho truque do embebedamento e não deu outra, ela acabou engravidando, e o pior, de gêmeos. Mas Eduarda não era aquela mocinha bobinha que só faz chorar, ela sabia muito bem se defender.




No final da novela, Laura sofre um acidente de helicóptero e é dada como morta, pois seu corpo desaparece no mar.

Para completar, a mãe de Marcelo não era flor que se cheire: Branca Letícia de Barros Motta (toda vilã que se preze tem que ter nome composto e um sobrenome de luxo, e Branca fazia questão de gritá-lo pra todo mundo ouvir).Ela tinha outros dois filhos, Milena (Carolina Ferraz) e Leonardo (Murilo Benício), mas os rejeitava por preferir Marcelo, pois achava que ele era filho de Atílio (Antônio Fagundes), seu amante do passado e eterno amor (no fim da novela, ela quebra a cara, porque, na verdade, Leonardo é que é filho de Atílio). Justamente por causa de Atílio, Branquinha destilava seu veneno também pra cima da sogra de seu filho, a Helena, já que os dois se conheceram em uma viagem e começaram a namorar.

Calma, Pilar, não fique assim. Estamos falando de sua prima Branca, não de você!

Outros que foram vítimas das armações de Branca foram Milena e Nando. A malvada não aceitava o fato de a filha namorar um rapaz pobre e, por isso, resolveu separá-los, colocando drogas na mochila de Nando, que foi preso injustamente. Mas nada impediu que os dois ficassem juntos e protagonizassem cenas quentes ao som da música Palpite, de Vanessa Rangel, (tô com saudade de você debaixo do meu cobertor...), que até hoje faz sucesso nas rodinhas de violão.


Branca era uma dondoca fútil e fazia de tudo para sair bem na fita diante de suas amigas ricas. Como toda boa vilã, ela tinha uma marca registrada: não vivia sem o seu Martini. Branca falava tanto na bebida que ela virou moda entre o público. No final da novela, a vilã acaba solitária, mas sem perder a pose e só restou a ela a companhia da empregada, a quem ela sempre humilhou. 



Branca foi um grande personagem, principalmente, por causa do talento da nossa querida Susaninha, que foi muito bem na novela.

Susana ficou feliz com nossos elogios!

Bom, mas voltando à história de mãe e filha, Eduarda engravida de Marcelo, e Helena, de Atílio no mesmo período e resolvem ter os filhos no mesmo dia e local. No dia do parto, tudo vai bem com Helena, que tem seu filho sem sofrer nenhuma complicação, mas Eduarda, que já tinha perdido um bebê antes, tem um parto muito complicado e acaba ficando estéril. Mas o pior ainda estava por vir: Helena acorda de madrugada e encontra o médico, César (Marcelo Serrado), desesperado, ao perceber que o bebê de Eduarda estava morto. Helena fica transtornada com a situação e, pondo a felicidade da filha em primeiro lugar, tenta convencer o médico a trocar as pulseirinhas dos bebês para parecer que foi o seu filho que morreu. César, é claro, se assusta com a proposta, mas, como sempre foi apaixonado por Eduarda e deve muito à família de Helena por ter ajudado seus pais no passado, ele acaba realizando a troca.

Essa cena é uma das melhores cenas já feitas na TV brasileira. A interpretação de Regina Duarte é algo fora do comum, o texto de Maneco é muito sentimental, mas consegue passar a dramaticidade necessária para a cena sem ser brega, e a direção também foi espetacular.

Vale muito a pena ver esse vídeo, mesmo sendo grande:


Ao fazer isso, Helena não pensou nas consequências e acabou sofrendo com elas. Depois da morte do bebê, seu casamento com Atílio nunca mais foi o mesmo, e César, o médico que fez a troca, passou a viver depressivo. Helena escreveu sobre tudo o que aconteceu em um diário, e Atílio passou a desconfiar dos segredos da mulher e resolveu se separar.

Um dia, o diário de Helena foi parar nas mãos de Eduarda, que leu tudo que estava escrito e descobriu a verdade sobre a troca dos bebês, ficando indignada com a atitude da mãe. Helena resolveu contar tudo para Atílio, que também ficou transtornado. 

Com o passar do tempo, e os ânimos acalmados, Atílio, Eduarda e Marcelo conseguiram levar a situação de uma forma melhor e perdoaram Helena. A última cena da novela é linda com os quatro caminhando juntos com a criança.




Eu não consegui resistir e tive que fazer esse post comemorativo para relembrar essa novela linda que assisti quando passou no Viva, em 2010. Sem dúvidas, Por Amor é uma das melhores novelas brasileiras e não se fazem mais novelas assim hoje em dia.

Por isso, sempre que pode Susaninha homenageia essa obra-prima de Maneco:


domingo, 12 de outubro de 2014

Ficou na memória: Bambuluá

Bambuluá basta sonhar que rapidinho você chega lá...


Último programa infantil apresentado por Angélica na Globo, entre 2000 e 2001, Bambuluá era uma atração que reunia séries, quadros, desenhos e uma novelinha.

O programa todo se passava em Bambuluá, a cidade dos sonhos. Angélica, interpretando ela mesma, era uma heroína que tinha seu destino traçado para ajudar os cavalheiros do futuro (grupo formado por sete crianças, cada qual representada por uma cor do arco-íris) a combater os moradores Magush, a cidade das sombras.



No meio de tanta aventura, a cidadezinha de Bambuluá tinha uma emissora de tv, a TV Globinho (sim, esse foi início do único programa infantil que ainda existe na Globo), onde eram transmitidos séries e desenhos, apresentados por Angélica. O legal dessa fase da TV Globinho é que as atrações exibidas não eram programas comprados do exterior, mas sim produtos brasileiros, como a Turma da Mônica e o Sítio do Pica-pau Amarelo.


O programa ocupava praticamente todo o período da manhã, de segunda a sexta. Coisa que não acontece mais hoje com a falida TV Globinho, que capenga nos sábados de manhã com desenhos rererereprisados e parece estar com os dias contados.


Bambuluá acabou em dezembro de 2001, quando Angélica passou a apresentar o saudoso Vídeo Game, dentro do Vídeo Show, e a TV Globinho passou a ser um programa independente. 

Falando em Vídeo Game, ele me traz boas lembranças: